Gestar - Língua Portuguesa - Formadores e cursistas - Colinas - TO

terça-feira, 15 de junho de 2010

Brasil estréia hoje!


Hoje é a estréia do Brasil na copa do mundo da Alemanha, a expectativa da é grande. A mídia fez um bom trabalho e o espírito do brasileiro já está devidamente preparado. Mais uma vez, como acontece de quatro em quatro anos, alvorece na nossa alma o patriotismo e o ufanismo.

Bandeiras nacionais são vistas em todas as partes, do norte ao sul do país, do campo à cidade, dos morros e periferias às áreas mais nobres, O comercio se aquece com a venda de camisas, bandeiras, bandanas, bonés, cornetas, buzinas, e demais produtos temáticos para torcedores entusiasmados. A publicidade gira em torno da copa, nos outdoors, painéis, rádios, e televisões, a maioria das propagandas são referentes ao futebol verde e amarelo.

Nos dias de jogos do escrete canarinho as repartições públicas fecham mais cedo, a maior parte das empresas privadas idem, as escolas suspendem as aulas, e quase todos os brasileiros são liberados de seus compromissos para assistir aos jogos em casa, no bar, no clube, em churrasco com amigos, enfim, onde preferirem, menos no trabalho...

Não resta a menor dúvida, toda a pátria veste as chuteiras e os 180 milhões de técnicos estarão logo mais, às 4 da tarde, torcendo, xingando, se emocionando, e claro dando seus palpites táticos e de arbitragem em frente à TV. O mundo pára durante os 90 minutos em que a seleção está em campo, e cada brasileiro, de sua forma, estará torcendo pelo mesmo objetivo, pelo sucesso de nossa seleção, e que seleção!!! Sem dúvidas a melhor do mundo!!!

Dida, Rogério Ceni, Julio César, Cafu, Cicinho, Roberto Carlos, Gilberto, Cris, Lúcio, Juan, Luisão, Emerson, Zé Roberto, Gilberto Silva, Mineiro, Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Ricardinho, Julinho Pernambucano, Ronaldo, Adriano, Robinho e Fred, não permitem que sejamos pessimistas, esta seleção, sem dúvidas é a melhor dos últimos anos!!!

O que nos resta agora é esperar mais algumas horas e conferir o resultado do jogo. Para quem sabe, eu possa postar daqui há algumas semanas um texto sobre o brilhante desempenho do Brasil na copa. Boa sorte Brasil!!!



segunda-feira, 31 de maio de 2010

Crônica: Ser Colinense.


Conteúdo ministrado pela Professora Lucineide Feitosa.

Aluna e autora: Milena G. Borges.

Série: 8° ano.

Colégio João XXIII.


O colinense é um povo interessante. Se orgulha da cidade em que mora e até faz propaganda para os que estão de visita. Mas volta e meia flagramos os orgulhosos moradores criticando o paradão da cidade.

Mas se de segunda a sexta a vida é trabalhar, no sábado o colinense vai feliz para o point preferido, as pombas, e o cardápio é sempre aquela carninha assada acompanhada de um refri ou de uma geladinha. Passa o dia na beira da água, comendo, bebendo e matando mosquito, mas volta feliz e satisfeito torcendo para chegar logo o próximo fim de semana e repetir o passeio.

E julho? Ah, julho é praia a cidade fica deserta. Pensa num povo praieiro! Mas se ta pensando que aqui tem praia, que nada, as praias são em Pau D’arco, Conceição, Juarina e por ai vai.

Uma coisa do qual o colinense se orgulha muito é a pecuária. O povo passa o ano inteiro juntando dinheiro para gastar nos 7 dias de festa. O que mais chama a atenção são os artistas famosos que se, apresentam durante o evento. Ninguém que perder a oportunidade de dizer que foi no show do Luan Santana ou do Victor e Léo.

E o sotaque? Ah, esse ninguém entende. É um tal de enrola a língua que as vezes a gente tem a impressão que ta no interior de Goiás e porta vira poirta, quarto que vira quairto, e é um tal de, deixa eu te falar! Como se tivesse pedindo permissão para falar com alguém, mas que nada, é apenas mais uma do colinense.




Parabéns Professora Lucineide, pela bela iniciativa de publicar as produções de seus alunos, assim eles terão mais vontade de produzir, sentindo-se incetivados e valorizados.

Espero novas postagens.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Coragem de aderir ao que é novo.

Gostaria de parabenizar aos cursistas, que não possuem medo do novo, que estão aderindo a novas técnicas educacionais, sabemos que uma pessoa aprende bem quando se reconstrói o conhecimento.

Mecher na zona de conforto pessoal é atitude para pessoas corajosas, e que estão dispostas a seguir em frente com conhecimentos que enriquecem e engrandecem, nós professores devemos ser capazes de acompanhar a dinamicidade dos conhecimentos existentes, sem temer o seu uso.

Lembrando que o nosso aluno se torna aquilo que fizemos por ele.

Portanto colegas, vamos fazer o máximo, vamos dar aos nossos alunos o máximo de nós, o máximo do profissional que existe dentro de cada um, assim oportunizaremos melhor qualidade de vida futura a eles.

Mais uma vez parabenizo aqueles que estão inovando e adequando novas tecnologias a educação, criando blogs, postando informações elaboradas por seus alunos, sei que muito em breve colherão os frutos desejados.



Fabíola Lima.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

3° Congresso Pensar.


Iniciativa, focada em educação, reúne 1.200 professores no estado do Tocantins em quatro dias de debates e discussões.

Foram realizadas palestras que debateram novos rumos da educação no estado do Tocantins e no Brasil, estive presente e pude participar desse magnífico evento veio ressaltar a importância dos educadores na formação de um País melhor e fortalecer o debate das políticas de educação na sala de aula.

O Congresso foi realizado no Centro de Atividades do Sesc, em Palmas, tendo como tema “Pensar, acreditar e fazer com qualidade” e foco em buscar o melhor caminho para o crescimento desse setor tão importante. Participaram educadores como Celso Antunes, Maria Tereza Maldonado, Pedro Demo, Steven Dubner, Jussara Hoffman, entre outros. “Todo o conteúdo programático do Pensar teve a participação de universidades, centros acadêmicos regionais, Secretaria Estadual, Undime, Secretaria Municipal de Palmas e Organização Jaime Câmara para que o congresso aproxime cada vez mais a população e as entidades da realidade local em busca da qualidade que sonhamos”, afirma a diretora do Jornal de Tocantins, Fátima Roriz, lembrando que todos os dias são realizados mini-cursos com duração de quatro horas e, no período da noite, conferências com os educadores sobre cada tema debatido.

O Jornal do Tocantins, como realizador do evento, também editará um caderno pedagógico especial sobre o Pensar com uma tiragem de 17 mil exemplares, enviando-o para todos os professores da rede estadual de Ensino que não puderam participar dos debates, para os cursistar do GESTAR que eu tenho contato mais direto também estarei passando pessoalmente tudo que vi e aprendi, procurando manter a mesma paixão e serenidade com que os palestrantes se expressaram. A iniciativa teve parceria com a Seduc (Secretaria Estadual de Educação) e visando socializar o conhecimento do congresso. “Nosso objetivo não é apenas informar a população tocantinense, mas também dar instrumentos para a melhoria da qualidade de vida no estado e no País”, disse Fátima Roriz.

Fabíola Lima.

Fonte: Jornal do Tocantins.



segunda-feira, 10 de maio de 2010

Parabéns Mamãe!




Mãe...

Não importa cor ou credo...
Rica ou pobre...
Mãe é sempre mãe...

Sempre presente
Na dor,na doença, na alegria,
Em cada momento da nossa vida
Lá está ela já com algo em mente

Mãe querida, amada, sofrida...
Ignora as discriminações da sociedade
Em prol do seu amor e se preciso for
Da a sua própria vida

Esquece-se de si mesma
Por desejar a vitória do filho
E ao vibrar com as vitórias alcançadas
Nem se lembra de seu próprio mérito

Mãe é como uma flor...
É carinho, cuidado, proteção,
Compreensão, doação, perdão...
Mãe resume tudo o que é amor!

Mãe é a própria canção de amor,
Tocada suavemente em nossos corações...

Agradeço a você mãe
Todo o amor por minha vida!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Paródia de Asa Branca – Luiz Gonzaga


Professora: Lucineide Feitosa

Colégio João XXIII

Colinas do Tocantins – TO

Série: 9º “C”

Alunas: Kelen – Lorranny- Tatyelle – Ianca – Jardiane – Jailma – Bruna – Iara – Ithala.

Substantivos

Quando olhei a morfologia

E substantivo fui estudar

Eu vi como era assunto fácil,

Não precisava mais decorar. (BIS)


O “tar” desse substantivo,

É o que dá nome pras coisas,

Pra minha rocinha,

Pra minha casinha,

E até minha terra, a Adustina.


Mas o legal é flexão

O gênero eu vou estudar,

Pra masculino termina em “o”

Pra feminino termina em “a”.


Mas se for uniforme

A única forma

O nome terá –lá-lai-á!


No caso de quantidade

É plural ou singular.

O grau me mostra

De que tamanho,

O substantivo vai apresentar:

Aumentativo, diminutivo,

Grau normal lá-lai-á!


Aula formulada pela professora Lucineide Feitosa.

PARABÉNS PELA INCIATIVA!

ESPERO MAIS AULAS PARA QUE EU POSSA POSTAR NO NOSSO BLOG.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

SITES EDUCATIVOS.


Estão ai alguns sites (seguros), nos quais você pode encontrar projetos, atividades e até planos de aula, para que o seu trabalho em sala de aulas continue sendo cada vez melhor.

http://www.edukbr.com.br/celeirodeprojetos/ativ_tema.asp?pg=3

http://revistaescola.abril.com.br/

http://www.brasilescola.com/gramatica/2/

http://www.tvcultura.com.br/aloescola/linguaportuguesa/index.htm

http://www.cruzadas.net/

http://www.gestarlinguaportuguesacolinasto.blogspot.com/

http://educarparacrescer.abril.com.br/

http://www.turmadochiquinho.com.br/

http://tvescola.mec.gov.br/

http://www.portacurtas.com.br/index.asp

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

http://www.cambito.com.br/

http://www.tvbrasil.org.br/

http://webeduc.mec.gov.br/



Fabíola Lima.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

TEXTO LITERÁRIO / TEXTO NÃO LITERARIO



A definição da especificidade do texto literário pode partir dos seguintes princípios orientadores: (1) Tradicionalmente, o texto literário distingue-se do texto das ciências da história, da filosofia, da psicologia, sociologia, etc. Contudo, caracteriza-o um campo de acção criativa tal que pode ir buscar a todos os outros campos os termos que hão-de ajudar a construir a sua especificidade. (2) O texto literário é ao mesmo tempo igual a todos os outros (em termos de forma e estrutura) e diferente de todos (pela linguagem); é ao mesmo tempo igual a todos os outros (em termos de uso de uma linguagem) e diferente de todos (pela procura de uma forma e estrutura peculiares); é ao mesmo tempo igual a todos os outros (em termos de forma e estrutura e uso da linguagem) e diferente de todos (em termos de forma e estrutura e uso da linguagem). Vale este princípio complexo como o princípio dos paradoxos da definição referencial de literatura, que anula qualquer tentativa de institucionalização da literariedade como explicação do fenómeno literário. (3) O texto literário não é um registo linguístico efémero, pois tem por objectivo ser preservado na tradição oral e/ou escrita. Neste sentido, é intemporal. (4) Em relação ao leitor, por exemplo, a especificidade do texto literário pode dizer respeito ao efeito catártico que conduz à crença de que a literatura pode purificar e reeducar a sociedade (assim acreditaram os neo-realistas). (5) Em relação aos autores, tal especificidade, pode traduzir-se no facto de o texto literário poder ser expressivo (propriedade não formal, mas referente aos registos directos das experiências pessoais e do carácter do escritor) ou impessoal (criações que ofuscam a individualidade do escritor). No primeiro caso, estariam autores como Eça de Queirós ou Almeida Garrett; no segundo, os escritores surrealistas ou os concretistas, por exemplo. (6) O facto literário de um texto pode explicar-se como forma de persuasão (na tradição retórica, mas não na tradição da psicogagia sofística) simplesmente para apresentar um ponto de vista (Antero proudhoniano) ou para tentar mudar o mundo (o caso dos poetas futuristas, por exemplo).

Jonathan Culler inicia e termina o seu artigo sobre “A literariedade” com as seguintes confissões, respectivamente: “Devemos confessar que não chegámos a uma definição satisfatória da literariedade.” e “Não encontrámos nenhum critério distintivo e suficiente susceptível de a definir.” (Teoria Literária, dir. de Marc Angenot et al., Dom Quioxte, Lisboa, 1995, p.45 e p.58). A literaturnost — termo original russo para a tradução portuguesa de literariedade, isto é, o que faz de um dado texto um texto literário — implica que os usos especiais de linguagem que fazem o literário se encontram não só nos textos literários mas também fora deles. Então, se a literatura pode ser definida nestes termos, podemos argumentar que o discurso oral quotidiano contém maior dose de metaforização do que muitos textos declarados “literários”. O jornal A Bola tem, pois, mais marcas de literaturnost do que muitos romances que hoje se publicam sob esta designação. As convenções e exigências cientificistas da literariedade levam normalmente o professor de literatura a este tipo de simplificações infundamentadas, reduzindo o ensino da textualidade a meras prescrições formalizadas. Ninguém obsta a que é perfeitamente possível investigar hoje o que origina o literário do texto - para isso existe a hermenêutica contemporânea, a desconstrução, a estética da recepção, a semiótica pós-estruturalista, a crítica foucaultiana, derridiana, etc. Mas já é muito discutível que devamos ainda depender de tal conceito para determinar a especificidade do texto literário.

O estudo dialéctico da literariedade - literário versus não literário - não está isento de ambiguidade. Qualquer texto futurista, surrealista ou de poesia experimental ou de poesia visual ou de poesia fonética desafiará as nossas convicções sobre o que é um texto literário e o que é um texto não literário. Proponho o seguinte critério (não único, não definitivo) para decidir, didacticamente pelo menos, sobre tal classificação tipológica. Perante um texto literário, qualquer que seja a sua natureza, um leitor informado argumentar, em princípio, que tal construção textual é um texto literário, cuja literariedade está associada à combinação intencional entre um signo gráfico e signos linguísticos com o objectivo de produzir uma relação significativa simbólica. A explicitação de tal relação significativa variará naturalmente de leitor para leitor. No caso de um poema visual, por exemplo, tenderemos a procurar uma significação literária para uma construção aparentemente não literária, pelo que dificilmente poderemos defender a pretensa literariedade com argumentos lógicos para todos os leitores, o que nos leva a concluir que o que faz a literariedade de um texto é em primeiro lugar o reconhecimento geral dessa propriedade por toda uma comunidade interpretativa. Contudo, mesmo esta regra que parece satisfatória está sujeita a excepções incómodas. Seja o exemplo, entre muitos outros, do poema “Ode marítima” de Álvaro de Campos. Quando foi publicado pela primeira vez no Orpheu 2 (1915), produziu escândalo na comunidade interpretativa da época, não sendo reconhecido como texto literário mas como pura “pornografia”, “alienação”, “literatura de manicómio” e outros epítetos do género. Todas as obras artísticas de vanguarda respeitam de alguma forma a exigência de provocação, que quase invariavelmente redunda em anátema. Isto significa que o princípio de aceitação universal da literariedade de um texto está sujeito ao livre-arbítrio.

Quando um texto nos apresenta sinais, sugestões ou elementos que revelem o gozo (no sentido da lacaniana jouissance ) que o seu autor experimentou ao criá-lo, podemos introduzir um outro critério — ainda discutível — para a definição da literariedade de um texto e assim distingui-lo de um texto não literário. A criação de um texto literário é a mais erótica de todas as criações textuais. Mas será que um texto não literário não pode arrastar consigo sinais de gozo de quem o criou? Roland Barthes admitiu em “Theory of the Text” (artigo inicialmente publicado em Encyclopaedia Universalis, 1973), que qualquer texto “textual” conduz pela sua essência criativa à jouissance do autor, seja literário ou não, isto é, conduz necessariamente não só a um prazer de escrita como a própria escrita ou texto produzido é uma espécie de clímax sexual - um têxtase. Se reduzíssemos este princípio de textualidade e decidíssemos que qualquer tentativa de levar o erotismo criativo da escrita para além de certos limites significa entrar de imediato no limiar do literário, então teremos encontrado um critério de definição da literariedade. Do texto que seja resultado de um têxtase, diremos ser literário.

O princípio do têxtase textual está naturalmente sujeito ao livre-arbítrio do leitor. Mas a teoria literária distingue-se das ciências exactas precisamente porque é intrinsicamente inexacta, dispensando o enunciado de leis universais de resolução de problemas. Em teoria literária, não é possível dizer: “Tenho a solução para este problema.” Todas as soluções definitivas são absolutamente discutíveis, portanto, não há soluções definitivas, tal como não há leitores peritos. Todo o texto literário, enquanto cemitério de sentidos mortos-vivos, é uma ameaça constante para o leitor que se julgue perito nesse texto. A filosofia chama à ciência o processo pelo qual o homem se relaciona com a natureza visando à dominação dela em seu próprio benefício. Tal processo configura-se na determinação segundo um método e na expressão em linguagem matemática de leis em que se podem ordenar os fenómenos naturais, do que resulta a possibilidade de, com rigor, classificá-los e controlá-los. Ora, tal é simplesmente impossível em teoria literária, porque qualquer texto pode resistir à tentativa de controlar a sua organização interna. Simplesmente não é possível determinar uma taxonomia textual, porque não é possível sistematizar processos de resolução hermenêutica. Tais processos não existem sequer. Nem mesmo o princípio de têxtase pode ser sistematizado, em face da sua sujeição ao livre-arbítrio do leitor. O têxtase não se diz - escritura-se. Necessitamos pelo menos de um novo critério de reconhecimento do facto de literariedade de um dado texto. Tal critério pode ser definido a partir da intenção criacionista, não confundível com “intenção autoral”, que diz respeito à hermenêutica do texto. A intenção criacionista diz respeito somente à produção do texto, à intenção contingente ao momento de criação literária. Corresponde ao acto volitivo-performativo de complexa natureza traduzido na expressão: “Eu, autor, quero fazer um texto literário.”. A textualidade literária de um texto começa por se perceber na intenção criacionista ou produtora desse texto. Em qualquer caso, estamos num domínio teórico de difícil didáctica.


Fonte:http://www.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/T/texto_literario_texto_nao_lit.htm

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dia "D" da leitura.


O dia “D” da leitura está previsto no calendário escolar com a intenção de incentivar a leitura, compreendendo que esta favorece a busca do conhecimento em todas as etapas da vida do ser humano. Nesse dia irá desenvolver atividades e oficinas que possibilitem aos alunos entrarem em contato com a leitura por meio de diversos gêneros textuais, (contos, crônicas, fábulas, lendas, parábolas, poemas, prosas etc.) os diferentes suportes, e os mais variados códigos e mídias (livros, jornais, revistas, hipertextos, imagens, vídeos, cinema, gráficos).

As ações a serem realizadas em cada Dia “D” da leitura serão mediadas pelos gestores, coordenadores, professores, profissionais responsáveis por biblioteca, em sala de aula ou ambientes propícios, oportunizando aos alunos o conhecimento da diversidade textual disponibilizada nos diferentes suportes.

É relevante oferecer ao aluno a oportunidade de conhecer a riqueza cultural dos livros, sendo um dos papéis fundamentais da escola, seja através dos clássicos infantis, infanto-juvenis, contos, lendas, anedotas, quadrinhos, entre outros.

Para isso, é fundamental que os professores sejam mediadores entre os alunos e os livros, pois estes ampliam o potencial imaginativo do educando, tornando-o mais criativo.

É importante que a escola compreenda que a leitura não é somente construída, estimulada e oferecida aos alunos pelos professores de Língua Portuguesa, essa atividade é essencial a qualquer área do conhecimento, sendo necessário que todas as disciplinas estejam envolvidas nesse processo de formação de leitores.


Fabíola Lima

terça-feira, 6 de abril de 2010

Concurso da Prefeitura de Colinas tem edital publicado



As inscrições podem ser feitas a partir do dia 14 de abril até o dia 13 de maio. São 219 vagas para os níveis fundamental, médio e de ensino superior. As provas devem ser aplicadas em 30 de maio.
Sescom

A Fundação Municipal de Ensino Superior de Colinas - FECOLINAS tornou público nesta quarta-feira, 31 de março, através da edição nº 3107 do Diário Oficial o Edital nº 01 de 29 de março do Concurso Público para provimento de cargos do Quadro Efetivo de Servidores Públicos da Administração Direta do Poder Executivo do Município de Colinas do Tocantins. Estão sendo oferecidas neste concurso, 219 vagas nos níveis fundamental, médio e superior, sendo reservadas 5% dos cargos previstos aos candidatos deficientes.

Os candidatos inscritos neste certame podem passar por até três etapas, sendo elas: aplicação de provas teórico-objetivas de múltipla escolha; aplicação de provas práticas de conhecimentos específicos conforme as atribuições genéricas de cada cargo e para aqueles cargos que houver a exigência de formação técnica ou superior também haverá a prova de títulos, sendo que esta última é apenas classificatória, as demais são eliminatórias e classificatórias.

Inscrições

As inscrições devem ser realizadas, exclusivamente via Internet, entre os 14 de abril até às 23 horas e 59 minutos do dia 13 de maio (observando o horário oficial de Brasília). O endereço do site para inscrição é http://www.fecolinas.edu.br/concurso2010, que estará disponível a partir do dia 14 de abril. O custo da inscrição é de 50 reais para nível fundamental, 70 reais para nível médio e 100 reais para nível superior.

A aplicação das provas está prevista para o dia 30 de maio, das 13 às 18 horas, em locais a serem divulgados em Edital pela Comissão Especial de Concursos.

Candidatos

Para participar do concurso é necessário ser brasileiro nato ou naturalizado; possuir 16 anos completo (observar o item 7.2.1 "a" do Edital); não registrar antecedentes criminais, achando-se no pleno gozo de seus direitos políticos e civis; estar quite com a Justiça Eleitoral; estar quite com as obrigações do serviço militar para os candidatos do sexo masculino; possuir na data da posse curso superior concluído, a escolaridade exigida, a habilitação legal discriminada ou equivalente para cada cargo em disputa. É necessário ainda possuir aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo comprovada pela Junta Médica do Município de Colinas do Tocantins, ou por Junta Médica aceita pela Administração Municipal.

Edital nº 001/2010.

Fonte: site da Prefeitura Municipal de Colinas do Tocantins

quinta-feira, 25 de março de 2010

APRENDIZADO

Nas semanas que anteciparam a Gincana Literária, que ocorreu no 6° Salão do Livro, onde a DRE de Colinas teve como oponente a DRE de Tocantinópolis e desta batalha saímos vencedores, podemos acompanhar uma grande evolução pessoal e cultural por parte dos adolescentes que estavam sendo preparados para as provas.

Nesta convivência tivemos a oportunidade impar de vivenciar o crescimento desta turminha, através da disposição que eles tiveram, cometendo erros, aceitando suas falhas com humildade voltando atrás, fazendo de novo, ouvindo, refazendo. Observamos que nem todos possuíam talentos para as diversas provas exigidas na gincana, o que veio a nos preocupar, mas com esforço, disciplina, dedicação, trabalho e muito suor, nossos pequenos conseguiram a vitória COM LOUVOR. Aproveito para parabenizá-los.

Por outro lado enquanto estavam estudando para as provas, se mantiveram longe das drogas, das más companhias, como diz na Bíblia: 1 Coríntios 15:33
Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes.
Gálatas 5:7-9

[A influência de má companhia pode ser desastrosa.] Corríeis bem. Quem vos impediu de obedecer à verdade? 8Esta persuasão não vem dAquele que vos chamou. 9Um pouco de fermento leveda toda a massa.

Portanto meus colegas o nosso papel ficou muito mais que claro com essa experiência, temos sim uma participação importante a desenvolver na vida desses adolescentes, podemos sim influenciá-los para o bem, devemos assumir o nosso papel de EDUCADOR e ajudá-los, envolve-los no ambiente escolar, buscarmos atividades que despertem interesse e sejam atrativas o bastante para que possamos deixar a nossa marca na vida de cada um. Esse é o nosso papel. Deixemos de lado esse hábito de dizer que o problema é sempre do outro (a culpa é do governo, a escola que não me apóia, os pais que não participam) vamos abraçar a causa e assumirmos a NOSSA responsabilidade. Com certeza faremos um trabalho que produzirá bons frutos.


(FABÍOLA LIMA)

terça-feira, 23 de março de 2010

COLINAS ESTÁ CHEGANDO COM GARRA.... O grito que contagiou a Gincana Literária no Salão do Livro.

A partir desta segunda-feira, 22, o Espaço Jovem passa a viver outro clima dentro da programação do 6º Salão do Livro do Tocantins. É que começaram as disputas da Gincana Literária entre alunos de diferentes Dre - Diretorias Regionais de Ensino. O primeiro embate aconteceu entre a turma da Dre de Colinas e os animados alunos da regional de Tocantinópolis.

Cada regional selecionou 30 estudantes, de várias faixas etárias, para representar a Dre na competição. Destes, dez subiram ao palco do Espaço Jovem para participar das provas. E a disputa foi acirrada. Os jovens mostraram seus atributos e virtudes em poesia, grito da torcida, hip-hop, soletração, além da prova responda se puder, que consiste em responder questões sobre a vida e a obra dos homenageados do Salão do Livro: Carlos Drummond Andrade e Odir Rocha.

Após muita disputa a Dre de Colinas levou a melhor e faturou o prêmio de R$ 800,00 em Cartões Livros, um incentivo da Brasil Card. Já a turma de Tocantinópolis não saiu de mãos abanando, levaram para casa um prêmio de R$ 500,00. A torcida mais animada da manhã levou R$ 200,00 em cartões livros para a aquisição de obras literárias dentro do Salão do Livro do Tocantins.

Nesta terça as disputas continuam. Enfrentam-se os alunos das Diretorias Regionais de Ensino de Miracema e Palmas. A competição promete ferver o Espaço Jovem em mais um dia recheado de atrações do 6º Salão do Livro do Tocantins – A leitura acelera a educação. (fonte: site da SEDUC-TO)

quarta-feira, 17 de março de 2010

MUDANÇA NA DATA DA FORMAÇÃO CONTINUADA


Queridos e queridas curisistas.

Recebemos ontem dia 16/03/2010, da SEDUC a informação de mudança na data da formação continuada da DRE de Colinas. A nova data está prevista para os dias 06, 07, e 08/05/2010, como sempre estamos anciosas para reencontra-las, com tudo preparado e cheio de carinho por cada um de vocês. Para melhor efetuarmos o nosso trabalho, pedimos que para esse encontro os cursistas tenham noções básicas de uso da INTERNET e WORD, pois passaremos dicas, oficinas e endereços para que você enriqueça a sua aula, tornando assim NOSSOS alunos mais críticos, criativos e atuantes na sociedade.


Deixem marcado nos calendários e agendado.


Fabíola Lima

quarta-feira, 10 de março de 2010

8 MOTIVOS PARA INCENTIVAR A LEITURA


Estimule seus alunos a ler todos os dias.

1

DESENVOLVE O REPERTÓRIO

Ler é um ato valioso para o crescimento pessoal e também profissional de seus alunos

2

AMPLIA O CONHECIMENTO GERAL

Além de ser envolvente, a leitura expande as referências e a capacidade de comunicação

3

ESTIMULA A CRIATIVIDADE

Ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares e personagens

4

AUMENTA O VOCABULÁRIO

Graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos

5

EMOCIONA E CAUSA IMPACTO

Quem já se sentiu triste ou alegre ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem

6

MUDA SUA VIDA

Quem lê desde cedo está muito preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida

7

LIGA O SENSO CRÍTICO NA TOMADA

Livros, inclusive os romances, ajudam a entender melhor o mundo e nós mesmos

8

FACILITA A ESCRITA

Ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Quem lê mais escreve melhor

“O Brasil só melhora com Educação de qualidade e VOCÊ tem tudo a ver com isso.”

(Educar para crescer)


Fabíola Lima

sexta-feira, 5 de março de 2010

Feliz Dia da Mulher


MOTIVOS PARA SER MULHER

Somos o sexo belo.Não precisamos usar gravatas.

Sentar de pernas cruzadas não dói.

Se resolvermos exercer profissões predominantes masculinas, somos pioneiras, eles bichas.

Nossa inteligência é compatível com a de qualquer homem, mas nossa aparência é melhor.

Se matarmos alguém, e provarmos que foi na TPM, é atenuante.

Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço, mesmo com 6 bilhões de neurônios a menos.

Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo.

Sempre sabemos onde estão as meias. -

Se casarmos com o herdeiro do trono, seremos rainhas.

Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias.

Somos nós que decidimos quanto à reprodução.

Sentimos o bebê mexendo.Amamentamos.Temos 4 meses de licença maternidade.

Sempre estamos presentes no nascimento dos filhos.

Somos a estrela no casamento. - Alguém já ouviu falar em "muso" inspirador?

Vivemos mais. Somos mais resistentes à dor e às infecções.

Podemos dormir com uma amiga sem ser chamada de lésbica.Namorado de amiga nossa para nós, é homem.

Não investigamos barulhos suspeitos à noite.Somos mais sensíveis.

Temos um dia internacional. - E por último, fazemos tudo que um homem faz, e de salto alto! MARAVILHA!!!

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